"O debble-stick! O que foi?" As horas arrastavam-se pesadamente naquela casa de luto. O corpo do morto jazia no pequeno quarto que dava para o gramado cercado de loureiros. Estava coberto com um lençol branco, as mãos cruzadas sobre o peito, e flores haviam sido depositadas sobre ele pelo major. Um lenço fora jogado sobre o rosto, pois as feições outrora belas estavam tão descoloridas que se tornavam absolutamente repulsivas à vista. Havia algo de terrível na rigidez da figura alongada, tão rigidamente esticada sob o lençol. No quarto, velas queimavam, e Jaggard vigiava perto do cadáver. Ele deveria vigiar a noite toda.!
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"Não entendi que você estava brincando", ele disse calmamente. "Que droga!" protestou Patricia, com firmeza. "Você sabe que foi uma loucura chegar aqui. Por que estragar tudo com rodeios? Acho que é perfeitamente lindo. Estou louca para começar, e sou tão verde quanto um trevo velho. Além disso, é uma péssima maneira de demonstrar sua gratidão a Bruce por te colocar direto nas classes mais altas sem ter que se escravizar por anos, talvez. Vou dizer a ele..." "Já tivemos altos e baixos o suficiente, tenho certeza", disse Elinor vagamente. Era evidente que sua mente não estava nem no passado variado, nem mesmo no presente fascinante, mas sim ocupada com um futuro de progresso e conquistas.
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